Se você ainda não leu a parte 01, clique aqui.
Antes de começar a segunda parte, gostaria de esclarecer aos leitores que consideraram o texto heresia, que de forma alguma eu estou criticando ou blasfemando em fé alheia, em nenhum momento eu escrevo contra o cristianismo, estou citando aqui relatos historicamente comprovados (portanto não são blasfêmias ou calúnias) de homens falhos, sim por que os Papas são homens e estão sujeitos a erros como qualquer outro, e quando se coloca um poder tão grande na mão de um homem, aí sim, podemos ver o que há de pior neles.
Antes de começar a segunda parte, gostaria de esclarecer aos leitores que consideraram o texto heresia, que de forma alguma eu estou criticando ou blasfemando em fé alheia, em nenhum momento eu escrevo contra o cristianismo, estou citando aqui relatos historicamente comprovados (portanto não são blasfêmias ou calúnias) de homens falhos, sim por que os Papas são homens e estão sujeitos a erros como qualquer outro, e quando se coloca um poder tão grande na mão de um homem, aí sim, podemos ver o que há de pior neles.
Uma pausa para os beberrões.
Clemente III (1187-1191) gastava mais do que arrecadava só em comida e vinhos, Nicolau V (1457-1455) era um dos poucos da época que não amava mulheres nem homens, mas era famoso pelo amor ao licor e João XXII (1316-1334), consumiu em certa ocasião com os seus convidados 11 barris de vinhos de uma só vez, para ele, é claro, um barril exclusivo, mais precisamente o maior de todos.
Voltando para os promíscuos.
Clemente VI (1342-1352) cercava os cardeais de belas mulheres e homens, conforme as inclinações de cada um, havia tantas prostitutas em seu pontificado, que ele como não era bobo, tratou de taxá-las, cobrando delas um imposto proporcional ao número de fornicadas.
João XXIII (1410-1415), era um antigo pirata, invocava o diabo e dedicava ao belzebu vários brindes. Sua vida era tão peculiarmente anti-cristã, que no século passado, Angelo Giuseppe (Este sim, integro e de bom coração, e junto com João Paulo II um dos mais adimiráveis) ao ser pontificado e optado pelo nome João, repetiu o numero XXIII, como forma de ignorar a existência daquele.
Pio II (1458-1464), teve 18 filhos e antes de ser Papa, foi o famoso boêmio e escritor pornográfico, Enéas Piccolomini.
Sisto IV teve como maior legado a construção da Capela Cistina, esqueceram de colocar em sua biografia que também era Bissexual e Incestuoso.Pouco antes do descobrimento do Brasil ocorreu o Concilio de Constantinopla, poucas alterações foram votadas, porque aos clérigos ficaram indignados com o evento, eles eram ao todo 18 mil, e só tinha 2 mil prostitutas no local para atendê-los e 83 taverneiros de vinho, com tão pouco incentivo ninguém conseguiu trabalhar direito, coitados.
Vocês já ouviram falar de Lucrécia Bórgia? Se não procurem no Google, pois seu pai Rodrigo Bórgia, também foi Papa, Alexandre VI (1492-1503), promovia festas suntuosas de orgias e bebedeiras junto com a sua filha, que aliás, assumiu o papado interinamente numa viajem de seu Pai a Nápoles, é o único Papa de que se tem noticia que desfrutou de três gerações: a filha, a mãe da filha e a avó da filha, isso é que é família unida (no entanto alguns historiadores não acreditam que Lucrécia tenha tido um caso com o Pai, e que em quanto esteve com a sua familia foi apenas uma vitíma da loucura deles, sabe -se que ela se tornou uma virtuosa dama quando se casou com o seu terceiro marido e foi embora de Roma).
Júlio II (1503-1513) foi descrito como Bêbado e de vício antinatural, mas foi quem mandou Michelangelo pintar o Teto da Capela Cistina.
Leão X (1513-1521), tinha um amante chamado Petrucci de Lucena, em sua cerimônia de posse, surgiam rapazes nus de dentro de gigantescos pudins (isso mesmo, aparentemente foi ele que inventou a tradição de festas em que uma striper ou um michê saem de um bolo gigante).
Vocês já ouviram falar de Lucrécia Bórgia? Se não procurem no Google, pois seu pai Rodrigo Bórgia, também foi Papa, Alexandre VI (1492-1503), promovia festas suntuosas de orgias e bebedeiras junto com a sua filha, que aliás, assumiu o papado interinamente numa viajem de seu Pai a Nápoles, é o único Papa de que se tem noticia que desfrutou de três gerações: a filha, a mãe da filha e a avó da filha, isso é que é família unida (no entanto alguns historiadores não acreditam que Lucrécia tenha tido um caso com o Pai, e que em quanto esteve com a sua familia foi apenas uma vitíma da loucura deles, sabe -se que ela se tornou uma virtuosa dama quando se casou com o seu terceiro marido e foi embora de Roma).
Júlio II (1503-1513) foi descrito como Bêbado e de vício antinatural, mas foi quem mandou Michelangelo pintar o Teto da Capela Cistina.
Leão X (1513-1521), tinha um amante chamado Petrucci de Lucena, em sua cerimônia de posse, surgiam rapazes nus de dentro de gigantescos pudins (isso mesmo, aparentemente foi ele que inventou a tradição de festas em que uma striper ou um michê saem de um bolo gigante).A partir daqui, as coisas começaram a mudar, pelo menos em público os Papas começaram a rever o próprio comportamento, o padre Martinho Lutero descobriu os prazeres do sexo, casou-se com uma das 12 freiras que ele capturou de um convento, e criou o protestantismo sendo apoiado por inúmeros padres cansados de saber que os papas podiam tudo e eles nada.
Urbano VII (1590), foi uma das primeiras “vitimas” dessa nova época, não passou de sua festa de coroação, bebeu mais que todos os presentes juntos, ficou muito louco e quis sodomizar alguns jovens cardeais ali mesmo. Foi deposto.
O pudico Clemente XIII (1758), mandou cobrir toda a nudez das estátuas que enfeitavam o Vaticano (aquela folha que vemos sobre as genitálias das esculturas são dessa época), mas depois dele ainda apareceram alguns Papas com atitudes um tanto excêntricas, a exemplo Pio VI (1798) que cortou a sua longa batina em um dos lados para mostrar como a sua perna era bem torneada, além disso, gostava de pintar o cabelo de Prateado. Pio XI em 1932, ordenou que os católicos alemães não hostilizassem o bonzinho Hitler e também apoiou Mussolini.
Urbano VII (1590), foi uma das primeiras “vitimas” dessa nova época, não passou de sua festa de coroação, bebeu mais que todos os presentes juntos, ficou muito louco e quis sodomizar alguns jovens cardeais ali mesmo. Foi deposto.
O pudico Clemente XIII (1758), mandou cobrir toda a nudez das estátuas que enfeitavam o Vaticano (aquela folha que vemos sobre as genitálias das esculturas são dessa época), mas depois dele ainda apareceram alguns Papas com atitudes um tanto excêntricas, a exemplo Pio VI (1798) que cortou a sua longa batina em um dos lados para mostrar como a sua perna era bem torneada, além disso, gostava de pintar o cabelo de Prateado. Pio XI em 1932, ordenou que os católicos alemães não hostilizassem o bonzinho Hitler e também apoiou Mussolini.O nosso Papa atual, Benedito XVI, ou Bento XVI, como bom alemão, gosta de uma boa cervejinha, mas nada comparado as pitorescas peripécias de seus longínquos antecessores.
Ficamos por aqui.Extraído dos excelentes livros: Hic!stórias, Os Maiores Porres da História da Humanidade, de Ulisses Tavares e A Vida Sexual dos Papas, de Nigel Cawthorne, se você quiser ler o livro completo, você pode online clicando aqui.









